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8 DE DEZEMBRO DE 2014 POR GLÓRIA DAMASCENO Numa espécie de pátio lateral ao portão de acesso ao Baldomero, onde as mulheres aguardam a hora de entrar, há alguns bancos brancos e gastos. Nas primeiras horas de visita, costumam estar ocupados. Mas pelo ponteiro menor do relógio, era normal sobrar assento e lixo espalhado por todo canto àquela hora. Vasilhas de goiabada, pacotes de biscoito, sacolas de pipoca, garrafas de refrigerante cortadas, papel de chiclete e de cigarro ajudavam a deixar o chão mais sujo do que o negrume do piso denunciava. “Uma bagunça, tudo muito desorganizado. Nem fora, nem dentro”, exalta-se Dona Marta, sogra de um dos reeducandos. “Banheiro todo podre. Dia de domingo é uma mundiça. Ninguém limpa”, afirma outra visitante. Sobre o abrigo para as visitantes, a gerent…

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