• Fundamentos Sócio-educativos da Arquitetura Penitenciária
    Palestra ministrada na Universidade Federal de Alagoas, no Centro de Ciências Sociais, 2005.
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  • Conceptualização da Arquitetura Penitenciária
    Palestra ministrada no curso de Direito da ESAMC, Maceió-AL, 2006.O objetivo desta palestra é apresentar a evolução do espaço penitenciário e sua correspondência com a LEP.
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  • Até quando faremos relicários?
    Esta palestra teve por objetivo discutir os aspectos ressocializadores e punitivos do espaço penitenciário no Brasil.
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  • Arquitetura Penitenciária na América Latina
    Conferência ministrada no I Congreso Nacional de Arquitetura Penitenciaria, Buenos Aires, outubro de 2006.
  • Apresentação GGI
    Apresentação resumida em Reunião do GGI, discutindo problemas estruturais do Sistema Prisional de Alagoas, 2007
  • A Análise Interacional como Metodologia para Pesquisar a Relação Homem-Ambiente.
    O espaço construído, ao ser utilizado por grupos humanos e como meio de desenvolvimento de práticas sociais funciona como campo de canalização cultural, ordenando as ações do sujeito. Este, ao mesmo tempo em que tem suas ações ordenadas, modifica o espaço, condição que dispara uma variabilidade na ordenação das ações humanas. Esta pesquisa discute como a relação homem-ambiente pode ser investigada a partir da perspectiva teórico-metodológica da Análise Interacional e Videográfica (AIV). Busca-se compreender como o espaço prisional regula as ações dos presos, limitando ou possibilitando a emergência de novas modalidades de ações, a partir da necessidade de analisar como o indivíduo re-cria o espaço através dos campos semióticos; como o espaço funciona como campo de canalização regulador das ações humanas e como o indivíduo modifica o ambiente baseando-se nos limites e possibilidades subjacentes ao espaço ao seu redor. A AIV, aqui, apresenta-se bastante adequada ao registro e à construção dos dados, por ser orientada para capturar a complexidade das relações, associada à possibilidade de registrá-las no ambiente, permitindo visualizar as transformações das ações e do espaço. Acredita-se que a perspectiva da AIV funciona como um recurso eficaz no registro e na interpretação das relações humano-ambiente, permitindo o surgimento de novas propostas espaciais para o ambiente prisional.

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