Sobre a autora

Suzann Flávia Cordeiro de Lima

Arquiteta e urbanista graduada pela Universidade Federal de Alagoas, Especialista em Planejamento e Tecnologia das Construções pela Fundação Educacional Jaime de Altavila/AL, Mestre em Arquitetura e Urbanismo pelo Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas do Espaço Habitado da UFAL, Doutora em Psicologia Cognitiva pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Pos-doutora em Criminologia pela Katholike Universiteit Leuven, KULeuven, Bélgica.

Coordenadora do Núcleo de Pesquisas sobre Projetos Especiais, NuPES-UFAL; Vice-coordenadora do Programa de Pós-graduação Dinâmicas do Espaço Habitado (DEHA-FAU-UFAL),  Professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas – FAU/UFAL; Membro consultivo do Arquijus, Argentina(www.arquijus.ar); Membro do International Correction and Prison Association (www.icpa.ca); Membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública; Membro do Observatório Nacional do Sistema Prisonal (ONASP/UFMG/MJ); Colaboradora do Sistema Nacional de Atendimento Sócio-educativo, SINASE, SEDH-Presidência da República, 2005; consultora na elaboração de vários projetos arquitetônicos de unidades penais e sócio-educativas  em Alagoas,  Espírito Santo e em outros países, como Angola; Consultora na elaboração de vários projetos arquitetonicos de unidades penais e socioeducativas no Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Angola, colaboradora em projetos na Argentina, Uruguai e Paraguai; Conselheira do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Alagoas – CREA-AL (2010-2012).

Autora dos livros “Até quando faremos relicários? A função social do espaço penitenciário”; ” De Perto e de Dentro: A relação entre o indivíduo preso e o espaço arquitetônico penitenciário a partir de lentes de aproximação”; “Manual sobre Arquitetura Penal: Segurança x humanização”, além de vários artigos científicos sobre arquitetura penitenciária; Conferencista Nacional e Internacional sobre Arquitetura Penitenciária, desde 2003;

Durante sua pesquisa de doutorado, utilizou a metodologia de observação participante, permanecendo presa durante 45 dias em estabelecimentos penais masculinos, para compreender a relação do espaço arquitetônico penitenciário com o desenvolvimento cognitivo do indivíduo preso. Suas pesquisas pioneiras no tema têm repercutido nacional e internacionalmente, trazendo importantes contribuições para os projetos arquitetônicos dos estabelecimentos penais.

Colaboradora do Ministério da Justiça da Argentina na elaboração de um manual de diretrizes para elaboração de projetos arquitetônicos de unidades penais. Atualmente, é Consultora em Arquitetura Prisional e socieducativa.

Foi Membro do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária – CNPCP (2011-2013), sendo a primeira Arquiteta a fazer parte deste importante Conselho, cujos trabalhos visam a melhoria da Política Nacional Criminal e Penitenciária. Participou de diversas comissões, dentre elas, a Elaboração da Resolução n. 9/2011, Diretrizes Básicas sobre Arquitetura Penal, considerado pela arquiteta como uma das maiores contribuições realizadas para o desenvolvimento da Arquitetura Penal Nacional e a Comissão de discussão das Regras Mínimas da ONU; Colaboradora do UNODC no apoio à reestruturação da Política Nacional do Sistema Prisional do Uruguai.

Consultora em arquitetura prisional e socioeducativa, detém Acervo Técnico (CAT) de mais de 80.000m2 de Projetos Arquitetônicos de Estabelecimentos penais e socioeducativos.

Desenvolveu pesquisas relacionadas ao tema prisional, como pesquisadora assistente do IPEA (Pesquisa sobre reiscidencia penal e justiça criminal – edital 11/2013), pesquisadora FINEP (Coordenação modular e habitação social) e CNPQ/CAPES/UFAL (Tipologias arquitetonicas de unidades penais – edital PIBIC).